quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Como conservar jaquetas de couro


          Alguns irão dizer que jaqueta de couro motociclista não é para ser limpa, que sua conservação não é necessária, quanto mais apresentar marcas do tempo, mais bonita ela fica.

          Bom, ainda assim iremos passar algumas dicas que podem prolongar a vida útil desse utensílio que demonstra a personalidade de quem o veste. Afinal, a aparência pode até ser mais interessante, mas com o tempo, a não conservação pode começar a espantar seus amigos a partir do momento em que ela começa a exalar um cheiro desagradável.

          A jaqueta de couro é simbolo de rebeldia, os filmes “Wild One” (O Selvagem – 1953), “Rebel Wihtout a Cause” (Juventude Transviada – 1955) e Blackboard Jungle (Sementes de Violência – 1955), os primeiros a darem voz às angústia juvenis e a representar gangues de motociclistas e de greasers (delinquentes) na história, popularizaram o uso da jaqueta de couro. Mas não bastava usar a jaqueta, era necessário ter a atitude de bad boy encarnada na figura de Marlon Brando e James Dean, e a roupa passou a ser um símbolo verdadeiro de rebeldia e perigo.

Então vamos às dicas:

O principal ponto é que uma roupa de couro não deve ser lavada, o que representa uma grande dificuldade na sua preservação e manutenção.

Lembre-se: limpe a jaqueta e hidrate-a pelo menos 3 a 4 vezes por ano. Fazendo isso, e tirando-a sempre do armário para pegar um ar, você terá sua jaqueta como nova por muitos e muitos anos!

Guarde sua jaqueta em local fresco e arejado, e sem amassar. Para não prejudicar a respiração do couro, use embalagens plásticas apenas para transporte.

Se for passar a jaqueta, use o ferro à temperatura de 80º C e coloque um pano sobre a superfície dela.

Por ser natural, o couro pode sofrer descoloração e acumular mofo com a falta de ventilação. Caso isso aconteça, use um pano levemente úmido para remover o mofo e coloque a jaqueta sob sol não muito forte por um curto tempo, para secar, tomando o cuidado de cobri-la com um pano, para evitar descoramento.

Se a jaqueta de couro tomar chuva ou tiver contato com umidade, seque-a em temperatura ambiente, não deixando exposta diretamente ao calor.

Em caso de manchas leves, tente removê-las usando apenas um pano úmido. Jamais use produtos de limpeza, como álcool, detergentes e óleos.

Lave sua jaqueta de couro somente em estabelecimentos especializados.

Para prevenir manchas em peças de roupas claras, evite o contato direto delas com o couro da jaqueta.

Evite contato direto da jaqueta com a sua pele, pois o couro poderá absorver a sua oleosidade natural.


Manchas mais comuns:

Importante: Para todos tipos de manchas é importante limpar com um pano limpo de tecido absorvente, ou com lenço de papel, sempre da borda externa da mancha em direção ao centro, para evitar traços de limpeza.

Alguns tipos de manchas como suor de colarinhos e axilas e caneta esferográfica podem ser limpas lixando cuidadosamente a parte interna com lixa de unha (a parte menos granulada) ou lixa de madeira no 120.

Sempre termine o processo de limpeza escovando a parte interna levemente com uma escova macia.

Guarde-o do lado do avesso para evitar descoramento pela luz.

  • Água, café, leite, refrigerantes e bebidas alcoólicas: Limpe a mancha obedecendo às recomendações gerais para manchas, acima indicada, umedecendo o pano em água. Se necessário, limpe a mancha usando um pano limpo umedecido em uma solução de sabão neutro, tal como xampu para bebê, ou em uma solução branda de amônia caseira comum (5%) em água.
  • Trincas e rachaduras: Para evitar o ressecamento, trincas e rachaduras, aplique levemente sobre a superfície afetada um pouco de glicerina ou óleo ou graxa incolor, como se faz com os sapatos.
  • Suor: Siga as instruções dadas para manchas aquosas, usando apenas água e uma solução neutra, tal como um xampu para bebê.
  • Sangue: Siga as instruções dadas nas recomendações gerais para manchas acima indicadas.
  1. Prepare uma solução com uma colher de sopa (25g) de sal de cozinha e um copo (200 ml) de água.
  2. Esfregue levemente com um pano e deixe secar.
  3. Limpe a mancha com uma solução de amônia caseira (5%) em água.
  • Poeira: Escove delicadamente e esfregue um pano seco sobre toda a superfície. Pode ser usada uma esponja do tipo para lavar louças.
  • Se alguma sujeira permanecer, use uma solução de sabão neutro tipo xampu de bebê ou solução de amônia caseira (5%) em água.

          Após seca, passe em toda a jaqueta um hidratante específico para couros, que pode ser comprado em sapatarias. Se não encontrar esse hidratante, use um hidratante corporal que você tenha em casa, de preferência branco e sem essência forte. Passe em toda a jaqueta, para hidratar bem o couro, deixando-o macio e protegido.

domingo, 22 de outubro de 2017

Perrengues na estrada que valem a pena

          Depois de passar alguns meses preparando uma viagem para um grupo de pessoas, observando cada detalhe, passando orientações, vendo e revendo roteiro, efetuando reservas de hotéis e guias turísticos, um pouco preocupado por misturar motos de baixa e alta cilindrada num percurso de mais de 6.000 km (2 Horizont ds Dafra), eis que o problema também aconteceu comigo.

          Viajamos num grupo de sete motos, duas Vstrom 1000, uma Tiger 800, uma Transalp, duas Horizont e uma HD . Primeiro vamos às Horizons - num trecho complicado na região um pouco a frente de Pampa del Infierno-Arg o asfalto voltou a ficar cheio de buracos, o recape foi mal feito e novamente em muitos trechos é preferível andar pelo acostamento. Ali, uma das Horizons foi atingida por uma pedra no radiador, um pequeno furo, mas ainda assim conseguiu chegar a San Pedro de Atacama onde foi possível fazer um conserto para o retorno.

          A outra Horizont teve uma situação mais complicada, nosso amigo infelizmente deixou de trocar o pneu e a relação, os quais já estavam meia vida, desobedecendo uma das regras da viagem. A orientação dada a todos e a todo momento é que se trocassem esses itens para a viagem e que pneu e relação antigos seriam usados após o retorno da viagem. A consequência disso foi um pneu furado devido à fragilidade da borracha e a corrente  escapando por duas vezes, sendo que na segunda vez parece houve uma queda, Digo "parece" por que eu não estava junto, e porque eu não estava junto?

          Eu não estava junto porque minha moto apresentou problema elétrico, de Purmamarca até Corrientes eu vim me arrastando na estrada, Não consegui resultado ao tentar ligar a moto em Purmamarca, apelei para a transmissão de energia via cabo, a famosa chupeta. Dali eu consegui levar a moto até Salta, onde a mesma "morreu" a três quadras do hostel. 

          Pensando ser problemas com a bateria, comprei uma nova e consegui rodar uns 700 km até chegar em Presidente de La Plaza-Arg, ali, a moto "morreu" novamente, Esse trecho foi complicado,  já era noite e foi justamente aqui que a Dafra Horizont teve seu pneu furado. Eu não tinha como parar em acostamento, pois, se a moto morresse novamente não teria como fazer a transmissão de energia com um carro (não queria usar a de outra moto), então cheguei a Presidente de La Plaza. A informação que eu tinha até então é que um caminhoneiro havia falado que o alforge estava aberto e que nosso amigo da Transalp havia parado para dar apoio, então por isso toquei mais devagar até que eles nos alcançassem.

         Como estavam demorando para nos alcançar, resolvi pegar a Triumph 800 de outro amigo e retornei para ver o que estava acontecendo, lembrei-me que deveria levar ferramentas pois nem o jogo de chaves da roda ele carregava. Retornei quase 70 km com o colega da HD me acompanhando e não os encontramos. Através do whatsapp descobrimos que eles teriam ido para um hotel em Presidência Roque Sáenz Peña, cidade que já havíamos passado. Nesse ponto o grupo teve uma separação a qual mencionei acima, retornamos a Presidente de La Plaza onde nos hospedamos num hotel de beira de estrada.

          Na manhã seguinte consegui fazer a minha Vstrom pegar e seguimos até Corrientes onde a moto parou justamente após o pedágio de Resistência. Ali entrei em contato com Raphael Ghirelli, brasileiro conhecido por muitos motociclista e que mora em Corrientes, ele conseguiu um pequeno caminhão que rebocou minha moto até um posto de gasolina na entrada de Corrientes, Nesse momento, eu pedi para que os demais integrantes seguissem viagem, pois eu teria que ficar mais um dia para o conserto da moto. O grupo seguiu dividido e eu acabei ficando na cidade.

Ramiro à esquerda


          No apoio, Raphael me apresentou o argentino Ramiro, pessoa super gente boa, motociclista e estudante de veterinária, o qual me ofereceu sua casa para hospedagem e se colocou a disposição para me ajudar. 







          A minha moto foi para o Fernando, proprietário de uma pequena oficina na Avenida Pedro Ferré , pessoa extremamente correta e de um conhecimento fantástico, até pouco tempo era professor de engenharia mecânica na universidade local. Ele bem que tentou arrumar o estator da moto no mesmo dia, sacou e encaminhou para que se fosse retificada, mas o verniz não secou o suficiente, fazendo que o estator não conseguisse manter a bateria carregada. Por conta disso, tive que ficar o fim de semana em Corrientes.



Fernando consertando o Trovão Azul
        O lado positivo disso tudo foi ter conhecido o Fernando, mecânico dos bons o qual indico a todos amigos que passem pela cidade. Ter conhecido Ramiro também foi super positivo, independentemente do apoio, Ramiro é uma pessoa fantástica, fiquei na casa dele apenas um dia, é muito movimentada de amigos e por conta disso acabei indo para um hotel no dia seguinte, pois precisava descansar para poder vencer os 1.200 km que ainda faltavam para chegar a Curitiba e  não queria bancar o chato pedindo um pouco de silêncio para dormir rsrsrs, mas o apoio dele foi sensacional.

Ramiro em sua motocileta


          No domingo fui conhecer a cidade, essa parada em Corrientes não estava prevista, mas valeu a pena, vejam as fotos abaixo.
          





Grupo de jovens fizeram pose no momento em que eu ia fotografar
o monumento à Corrientes.






Geraldo, de Villa Constituicion - esta na estrada há dois anos com sua Kombi, no Rio Grande do Sul levou um susto, sua Kombi foi roubada e por 20 dias ficou sem o seu veiculo.-


Sr. Ramon, vendedor de Torta Parrila.








Na Argentina o Cassino é permitido.



Em Corrientes é possível emprestar ou trocar livros em plena
Avenida Costanera.

Na vizinha Argentina, cada habitante lê em média 5,8 livros por ano. No Brasil, cai para 4,7, mas, desconsiderando-se os didáticos, o índice aqui despenca para 1,3 livro/ano, segundo dados de 2008 do Instituto Pró-Livro.

Quanto ao número de livrarias, a Secretaria de Comunicação da Argentina estima em 3.200 o número delas em todo o país. Aqui, segundo pesquisa feita pela Associação Nacional de Livrarias em 2009, existem 2.980 – embora a extensão territorial do Brasil seja três vezes maior que a da Argentina.






Às margens do Rio Paraná, moradores de Corrientes aproveitam as diversas
praias existentes.



quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Morre motociclista de 62 anos na região de Purmamarca - Argentina

          Uma notícia triste nos chega nessa semana, um carioca de 62 anos veio a óbito quando estava nas proximidades de Purmamarca. De acordo com socorristas locais, o brasileiro teria sofrido uma parada cardiorrespiratória quando estava a caminho de San Pedro de Atacama. A causa provável teria sido os fortes ventos que teriam desestabilizado o motociclista que por sinal era hipertenso, embora estivesse devidamente medicado. Deixamos de mencionar o nome em respeito à família e amigos, uma vez que iremos tratar do assunto mais abaixo.
         
          A Cordilheira dos Andes é cercada por histórias, encantos, belezas, alegrias, mas também tristezas. Fazer a travessia não é tão complicado, mas exige alguns cuidados. Um dos cuidados principais é o planejamento, embora muitos gostem de jogar as mochilas na moto e pegar a estrada, uma viagem para a Cordilheira requer planejamento, ou no minimo viajar com alguém que já realizou a viagem para aqueles lados.

          Anualmente levamos grupos de motociclistas ao Andes, para isso, fechamos com certa antecedência e então realizamos reuniões e passamos orientações sobre o que é atravessar os Andes.

          Quando indicamos aos turistas que comprem caramelos de coca ou folhas de coca para realizar a travessia, muitas vezes somos ironizados, dizem que é mito e que se chuparmos qualquer bala o efeito será o mesmo, infelizmente não, o "Mal de Soroche" é uma realidade e seu alivio imediato vem através da folha de coca.

          A velocidade é outro fator, atravessar a cordilheira deve ser de forma lenta e com algumas paradas, para que o organismo vá se acostumando com as mudanças, alguém pode falar que isso é frescura, que nunca teve problema algum, ok, mas existem pessoas e pessoas, algumas possuem uma sensibilidade maior para essas mudanças. Além do que, que graça tem você atravessa-la em alta velocidade??

          Na região de Paso de Jama por exemplo, a orientação é que se faça a travessia até as 15h, a partir desse momento a viagem pode se complicar, pois, após a travessia o turista continua subindo a cordilheira, chegando a uma altitude de mais de 4.800 m acima do mar, com o risco da temperatura despencar com a chegada da noite.

          Reforçamos a necessidade de planejar a viagem, conhecer os detalhes de cada lugar, conversar com pessoas que já estiveram por lá e que possam dar dicas, isso ajudará em muito a sua viagem.

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

20 consejos para andar seguro en moto

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Hay cientos de consejos para que la conducción de motos sea más segura. Probablemente, muchos de ellos los aplicamos cada día, pero nunca está demás recordarlos.

La conducción de motocicletas requiere mucha atención. Existen múltiples factores que probablemente en un auto pasarían inadvertidos, pero que al andar sobre dos ruedas se convierten un accidente seguro. 

1.- Conducir siempre con precaución, a la defensiva, porque la motocicleta es un vehículo sin una carrocería que ofrezca mayor protección a su conductor.

2.- Siempre se debe recordar que el límite de velocidad urbano es 60 km/hora, a menos que se especifique otra cosa.

3.- En todo momento se deben mantener las dos manos en el manubrio.

4.- No se debe llevar más de un pasajero. Tampoco se debe cargar la moto más que lo especificado por el fabricante.

5.- Al llevar acompañante, se le deben dar algunas indicaciones antes de iniciar el viaje. Por ejemplo, explicarle que debe ir sentado con las rodillas apretando el chasis y manteniendo siempre los pies sobre los apoya pies.

6.- Las manos deben ir en los asideros de la motocicleta y no del cuerpo del conductor, ya que limitan la capacidad de maniobrar.

7.- Además, en las curvas el copiloto debe seguir con su cuerpo al conductor, de manera que realice la misma inclinación.

8.- Se debe conducir en línea recta, sin zigzagueos que invitan a una colisión con un vehículo cercano. Además, siempre se deben evitar los puntos ciegos.

9.- Se debe circular siempre en el centro de la pista. No debemos olvidar que la moto tiene el mismo derecho que cualquier otro vehículo motorizado de mayor tamaño.

10.- Siempre se debe reducir la velocidad al ingresar a un cruce.

11.- Al acercarse a un cruce de calles, hay que estar alerta en caso que algún vehículo vaya a doblar repentinamente. Sólo así tendremos tiempo para frenar la motocicleta.

12.- Trate de prever las condiciones del camino con anticipación, como pavimento mojado, tierra en la calzada y hojas caídas, entre otros. Así se pueden tomar las medidas adecuadas.

13.- Siempre hay que estar alerta, porque las tapas de alcantarilla, los hoyos producto de lluvias recientes, las junturas de puentes, las superficies metálicas pueden causar una caída.

14.- Siempre se debe respetar la señalización, las demarcaciones y el derecho preferente de paso de los peatones.

15.- Reducir la velocidad al transitar cerca de escuelas, plazas y, en general, zonas donde niños puedan bajar repentinamente a la calzada.

16.- Reducir la velocidad al acercarse a transportes escolares o vehículos de la locomoción colectiva que se hayan detenido para tomar o dejar pasajeros.

17.- No se debe conducir si se ha ingerido alcohol, o si sus condiciones físicas y psíquicas no son las óptimas.

18.- Reducir la velocidad si hay trabajos en la vía.

19.- Nunca se debe proteger del viento ocultándose detrás de camiones o vehículos pesados.

20.- El paso de vehículos pesados a alta velocidad crea fuerzas aerodinámicas que impulsan lateralmente a vehículos más livianos, como la motocicleta y vehículos afines, desviándolos de su trayectoria. Siempre hay que ser especialmente cuidadoso de esta situación.

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Air Bags - A proteção que as vezes machuca

          Nosso assunto central são viagens de motos e cuidados para os motociclistas e suas máquinas, porém, além de motociclistas também somos motoristas e um fato envolvendo o air-bag chamou-nos a atenção, pessoas que andam no banco do carona e que tem o costume de andar com os pés no painel do veículo, por conta disso, fomos atrás de algumas informações.

          Criado para aumentar a proteção de motoristas e passageiros, o airbag acabou provocando algumas mortes no início de seu uso, nos anos 1980, principalmente nos Estados Unidos. Foram 53 vítimas apenas em 1997. O problema não estava no conceito da “bolsa que se infla no momento do acidente para proteger o rosto e o tórax de motoristas e passageiros”, mas na velocidade de enchimento dessa bolsa, que tem que ser extremamente rápida para protegê-los.

          E foi justamente na terra do Tio Sam que recentemente aconteceu uma situação inusitada, uma mulher norte-americana quebrou diversos ossos da perna e do rosto após o Ford Fusion conduzido por seu marido disparar os airbags depois de bater em um carro que avançou na placa de Pare.

          O acidente ocorreu há dois anos, mas até hoje Audra Tatum lida com as consequências de seu erro. “Esse acidente acabou com minha carreira. Perdi muita coisa da minha vida”, afirmou à imprensa local.

          Tatum caminha com dificuldade após ter quebrado os ossos do pé, tornozelo, fêmur e nariz. “O airbag inflou e jogou meu pé contra meu rosto.”

          Na ocasião, médicos afirmaram que Tatum poderia ter saído ilesa do acidente se estivesse usando cinto e com os dois pés no chão. “Meu marido sempre me alertava que um acidente poderia quebrar minhas pernas, mas não dava bola”, concluiu.

          É importante ressaltar que, em alguns modelos, o airbag pode atingir velocidades próximas dos 300 km/h quando é inflado. Por isso é essencial que não haja obstáculos sobre a tampa que cobre o insuflador. Isso inclui, além de seu próprio pé, adesivos, suportes para celular ou outros objetos.


domingo, 10 de setembro de 2017

Motos financiadas - baixa do gravame - saiba como proceder na liquidação do financiamento

          Muitas aquisições de motos são realizadas via financiamento, nesse caso as financeiras incluem o Gravame, uma restrição financeira do veículo no órgão de trânsito pelo Sistema Nacional de Gravames (SNG). Quando a quitação do veículo é concluída é necessário que o proprietário faça o procedimento de baixa de alienação junto ao Detran de seu estado.

          A baixa do Gravame por parte da financeira ocorre automaticamente na base de dados nacional, o que não significa que a atualização foi automática na base de dados do Detran, e também que o próximo documento de licenciamento (CRLV) não terá mais a informação de restrição financeira.

          Após a efetivação da baixa pela instituição financeira, para excluir a informação de gravame financeiro constante no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e do cadastro do veículo, o PROPRIETÁRIO deve comparecer ao DETRAN/PR para solicitar a emissão de um novo CRV, mediante o pagamento de taxa, vistoria do veículo e apresentação dos documentos necessários.

          Para os casos de LEASING, o arrendatário deverá encaminhar o Certificado de Registro de Veículo (CRV) à instituição financeira para que ela preencha o documento com o nome da pessoa para a qual será efetuada a transferência do veículo, oportunidade na qual solicitará a emissão de um novo CRV, mediante pagamento de taxa, vistoria do veículo e apresentação dos documentos necessários

          O proprietário deve comparecer ao órgão de trânsito do estado com os seguintes documentos:


Documentos Necessários:

  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV);
  • Certificado de Registro de Veículo (CRV);
  • Comprovante de residência (Clique e conheça as Normas do DETRAN/PR);
  • Vistoria do veiculo para confirmação dos dados do veículo.
Se Pessoa Física:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto;
  • CPF do proprietário.
Se Pessoa Jurídica:

  • Documento de Identificação Oficial com Foto e CPF do representante legal;
  • Comprovante de poderes;
  • Cartão CNPJ da empresa.


          A expedição do novo documento é imediata após finalização do processo. Será emitido um novo documento, CRV e CRLV, no espaço de “observações” do documento trará a informação sem restrições.

           Não há necessidade de expedição de um novo documento se o interesse for unicamente negociar o veículo. Desta forma, uma simples consulta à base de dados do Sistema Nacional de Gravames é suficiente para liberar a transferência de propriedade.


Transferência de veículo alienado não quitado

A transferência do titular do veículo só poderá ser feita após a quitação do financiamento, caso contrário, o comprador e o vendedor podem procurar uma agência financeira para fazer a transferência do financiamento para o novo proprietário.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

50 motivos para ser motociclista

          Foi publicado na edição 50 da revista Motociclismo Magazine - Bora la rir um pouco.


01 - Pelo espírito de liberdade;
02 - Pelo vento na cara;
03 - Por sentir a garupa agarradinha na sua cintura;
04 - Por ter uma 125 e se sentir um Valentino Rossi numa 500;
05 - Por ter uma custom e ser o próprio Peter Fonda em Easy Rider;
06 - Por fazer novos amigos, que falam a sua língua;
07 - Por poder viajar em grupos;
08 - Por ficar encharcado e feliz;
09 - Por ter a sua pista livre em cima da faixa, quando o trânsito está totalmente congestionado;
10 - Por poder andar sujo, no melhor estilo aventureiro;
11 - Por poder usar a sua fantasia de mau, com caveiras e crucifixos;
12 - Para ir ao Mundial de Motos torcer pelo Alexandre Barros;
13 - Para poder juntar um dinheirinho e comprar uma moto maior;
14 - Por já ter dinheiro e status e finalmente voltar a andar de moto, como na juventude;
15 - Para ouvir o ronco do motor;
16 - Para matar de inveja o seu vizinho careta;
17 - Para conquistar as menininhas;
18 - Para trabalhar, porque a moto é o seu ganha-pão;
19 - Para se sentir poderoso dentro do seu macacão de couro;
20 - Para ter a sensação de voar, como um pássaro do asfalto;
21 - Para ser o pole position nos faróis das grandes avenidas;
22 - Porque a primeira trilha a gente nunca esquece;
23 - Para passar nos pedágios sem pagar;
24 - Para ter um estacionamento exclusivo no shopping center;
25 - Para dar umas escorregadas, porque um tombinho não dói;
26 - Para fazer uma curva e sentir o joelho quase ralando no chão;
27 - Para encher o seu capacete de adesivos bacanas;
28 - Para ir aos encontros de motos falar sobre motos;
29 - Para tentar dar um cavalo de pau com a roda da frente, como Tom Cruise em Missão Impossível 2;
30 - Para cruzar do Paquistão à Índia, como fez Rafael Karan, o aventureiro;
31 - Para comprar um monte de acessórios e deixar sua moto personalizada;
32 - Para poder carrega-la na caçamba da sua picape até a entrada da trilha;
33 - Para servir de moto-táxi no Nordeste e faturar uma graninha a mais;
34 - Para vir a ser um grande piloto de motovelocidade;
35 - Para poder abrir sua própria oficina de motos;
36 - Para um dia participar do Racing Day, em Interlagos;
37 - Porque todos os caminhos levam a Daytona, o grande encontro mundial de motos;
38 - Para se perder numa trilha no meio da noite;
39 - Para rasgar sua calça no mourão da cerca;
40 - Para deixá-la parada na garagem de casa e apenas ficar admirando-a;
41 - Para sentir o cheiro de óleo queimado da sua velha e inesquecível 2T;
42 - Porque entre sua namorada e a moto, você fica com a moto;
43 - Porque a moto só tem dois lugares: não cabem a sogra e o papagaio;
44 - Porque ela gasta muito menos combustível que seu carrão;
45 - Porque ela leva você pelos caminhos da emoção;
46 - Porque no peito de todo motociclista, bate um coração aventureiro;
47 - Porque você consegue extravasar por trás de sua viseira, mesmo que as lágrimas embacem o seu caminho;
48 - Porque um dia você sonhou que chegaria lá;
49 - Porque você ama estar vivo;
50 - Porque você isso, meu amigo, um amante da liberdade . . . motociclista.