segunda-feira, 29 de junho de 2015

Calçados para motociclismo

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          Recentemente realizei uma viagem para a Bolívia, acabei comprando um terreno por lá, no percurso entre Calama (CHI) até Uyuni (BOL) são aproximadamente 400 km em estrada de ripio. Num determinado momento dessa etapa eu avistei um banco de areia e tentei reduzir a velocidade, mas era tarde demais, eu já estava sobre ele e então minha roda dianteira travou e eu fui ao chão. Naquele momento eu usava uma bota cano longo, o que ajudou a diminuir a torção em minha perna, mas não era o modelo apropriado para andar num terreno como aquele, acredito que nada teria acontecido se estivesse com equipamento apropriado.

Então vamos lá, ...

          Um bom par de botas é tão importante e deve ser tão eficiente quanto às luvas e o capacete. É muito importante escolher o modelo certo, afinal, numa viagem geralmente levamos apenas um par de botas e dependendo da distância e tempo a ser percorrido é necessário lembrar das situações climáticas.

       
ON ROAD (CUSTON)



          Esse modelo de bota é mais utilizado pelos motociclistas que utilizam motos custons, elas devem ser extremamente resistentes e feitas em couro parte externa, interna algodão para que o pé possa respirar, ter uma estrutura sólida e impactante, a biqueira deve ser preferencialmente de aço.

Modelos curtos

          Além de uma bota como as acima, numa longa viagem, dessas que ficaremos vários dias, semanas ou mesmo meses na estrada, é bacana levar também outra bota, menor, para uso por exemplo num deslocamento que faremos dentro de alguma cidade que estamos pernoitando, onde não seja necessário usar a bota “principal”. Nesse caso, devido ao volume e conforme esse uso específico, podemos optar por usar uma bota curta, mas com as devidas proteções que precisamos.



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ON ROAD (TOURING)


          É comum vermos motociclistas pilotando motos em viagens, normalmente modelos Big Trails, utilizarem botas de off-road/trilha. Sem dúvida, elas protegem adequadamente, mas, a maioria dos modelos não são impermeáveis e devido ao tamanho e peso, fora da moto, para andar costumam ser um tanto desconfortáveis.

          Outros (maioria) preferem usar botas específicas para viagens on-road, normalmente feitas de couro na cor preta, com solado mais liso e menores em altura que cobre o tornozelo (que as de off-road). São botas leves e as de qualidade cumprem bem o seu papel, mas existem outros tipos.

          Nos últimos anos, com o crescimento do moto turismo no mundo, assim como o acréscimo nas vendas de motos para todos os tipos de terrenos (Big Trails), os fabricantes desenvolveram botas também para todo tipo de terreno e viagens. São modelos que mesclam as botas de off-road/trilha com as botas de turismo on-road, com características que as diferenciam, quer sejam:

  • Impermeáveis; 
  • Solado com garras seguras para se andar no asfalto, terra e outros pavimentos; 
  • Várias proteções; 
  • Possuem o cano alto para cobrir o tornozelo (se comparadas as de on-road); 
  • Leves e confortáveis para além de pilotar, caminhar (se comparadas as de trilha/off-road, já se comparadas com as de on-road são mais pesadas); 
  • Visual e design mais “arrojado e agressivo”, além de mais sólido no que tange a proteção se comparados as botas de on-road.


OFF ROAD /// TRILHAS / MOTOCROSS
Bota motocross de entrada

          As botas de trilha de moto mais simples tem a estrutura muito parecida com uma bota top de linha, sendo elas fabricadas em couro e painéis de plástico que oferecem a proteção contra os impactos na região das pernas e pés, com solado costurado e sistema de fecho simples, variando o preço de R$350,00 à R$499,90. Sendo ideal para pilotos que estão começando a andar nas trilhas e pistas e não querem investir um alto valor inicialmente.

Diferencial das melhores botas

          As melhores marcas de botas como Gaerne, Alpinestars, Fox e outras, tem se preocupado cada vez mais em proteger os pés e tornozelos dos pilotos, por isso desenvolveram botas com um sistema de proteção articulado no tornozelo, evitando que ao bater o pé no chão ou a pedaleira da moto atinja o tornozelo provocando uma lesão ou fratura no piloto.

          O solado das novas botas tem sido desenhados em um modelo injetado, sem costura, proporcionando maior durabilidade e aderência da sola, fácil de identificar porque estes modelos não possuem o bico de ferro. Outra vantagem é que o solado é formado por várias camadas de borracha e até metais, evitando que o pé torça para baixo, mas não deixando a bota dura para caminhar.

          Os fechos geralmente são de alumínio, mas não fazendo grande diferença pois algumas botas top de linha como a Fox Instinct utilizam fecho de plástico, que pelo seu desenho fica muito resistente, o que também acontece em modelos de botas mais simples como a Bota Fly Maverik que tem o fecho de plástico com ótima durabilidade. Vale ressaltar que nenhuma bota é indestrutível, podendo qualquer modelo perder um fecho a qualquer momento.

          O preço das botas top de linha variam com as proteções a mais que oferecem partindo de R$550,oo até R$2299,00 variando com a marca e cotação do dólar, por serem todas botas importadas.

          A principal função da bota, onde os fabricantes mais investem em tecnologia, é proteger o tornozelo e pé do piloto, para isso ela tem de ser mais firme ao caminhar e se posicionar na moto, limitando os movimentos do pé entre o 2º e 3º fechos, o que acaba gerando um certo desconforto e fazendo valer a diferença de preçoentre as botas de entrada e as top de linha.

          O solado protege o pé para não virar e é fundamental na absorção de impactos em saltos e ao apoiar o pé no chão, quando este estiver muito gasto toda a bota já não serve mais, sendo que alguns modelos de botas tem o solado para venda avulso.

          Tendo isso em mente o piloto deve avaliar se a sua bota está exercendo corretamente sua função, onde o couro já está mole, não segurando mais os movimentos ou os plásticos já se desgastaram perdendo a eficiência da bota. Dependendo do nível depilotagem de cada um e a frequência que anda, a bota pode ter um desgaste mais rápido, em média algo em torno de 6 meses à 1 ano de uso . Essa é a hora de partir para uma bota nova e garantir que proteja o seu pé corretamente.

          Por serem desconfortáveis para andar, utilizarmos o meião que é grosso e mais a joelheira que vai por dentro da bota, é recomendável pegar 1 número maior que o tamanho do tênis, para que não cause bolhas e aperte os dedos, podendo variar um pouco de marca para marca.


MOTOVELOCIDADE


          Se o peso é importante para as botas de cross, ele é ainda mais determinante quando esses equipamentos são destinados ao uso em pistas de motovelocidade. Assim, todas as partes metálicas, antes de chapa de ferro, passaram a ser feitas de titânio (metal mais duro e muito mais leve), como no caso dos raspadores do osso metatarso (a parte externa central) e do calcanhar. Acredite: antes dos raspadores metálicos para a região do metatarso, muitos pilotos terminavam as provas com os dedinhos sangrando, em carne viva. Mesmo sem cair, claro, pois raspar a porção externa das botas no asfalto também é parte dos procedimentos de pilotagem de competição. A vida dos protetores de plástico para essa região foi efêmera, pois eles precisavam ser continuamente repostos.

          Além disso, nas botas de velocidade, o couro bovino deu lugar a tecidos sintéticos ultrarresistentes ou à pele de canguru, mais elástica e leve e igualmente resistente à abrasão - também muito usada nos macacões profissionais. Talas torcionais desenhadas por ortopedistas são acopladas externa ou internamente. O grande desafio é fazer com que os pés não ultrapassem ângulos de abertura do tornozelo que causariam lesões, mas que tenham flexibilidade suficiente para se movimentar nas rápidas trocas de marchas e frenagens.

          Uma bota à moda antiga, cheia de partes duras e talas rígidas, pode incomodar o piloto depois de algumas voltas, causando desconforto e perda de concentração. E o conforto, aqui, portanto, também é fator de competitividade.

          O solado, além de ser aderente para não deixar os pés escaparem das pedaleiras, deve reduzir a chegada de vibrações ao piloto. Há no mercado uma bota que conta com um sistema de gel e espuma moldável. Uma vez calçada, ajusta-se e "memoriza" a forma do pé do piloto, adaptando-se da melhor maneira possível.

          Para os motociclistas "normais" (existe algum?), que frequentam ruas e estradas, a grande evolução nas botas está nos sistemas impermeáveis, capazes de manter os pés sempre sequinhos, mesmo sob chuva. O conhecido e caro tecido GoreTex é uma espécie de membrana que não deixa a água entrar, mas que permite extrair a umidade e transpiração, uma dádiva em temperaturas baixas.

          Em uma motocicleta, seja lá qual for a proposta de utilização, o piloto sempre estará sujeito a intempéries e, eventualmente, aos indesejados tombos. No esporte profissional, as quedas não só são inevitáveis como fazem parte do jogo, principalmente quando há a busca de melhor performance. Se sua moto tem um monte de tecnologia moderna, por que deixar seus pés protegidos por um equipamento ultrapassado?





DICAS


Impermeabilidade


Gostaria de tecer uns comentários sobre impermeabilidade de botas.

          As botas para motociclistas (importadas ao menos), comercializadas como impermeáveis, passam por testes de até 30 minutos sobre a água, alguns modelos por 60 minutos. Porém, isso não é garantia de impermeabilidade em 100%, devido a fatores como:
  • Se a chuva for intensa e por várias horas; 
  • Se o motociclista usar a calça (mesmo que impermeável) por dentro da bota, ai pode entrar água pelas fissuras do tecido. 
          Existem modelos muito usados por motoboys, que de fato são impermeáveis, porém, pecam em proteção e não agradam a maioria. O ideal é usar uma bota impermeável e conforme a chuva, contar ainda com o uso daquelas capas especiais para botas.

          Uma dica é a de carregar em seus bauletos as conhecidas "polainas", uma pequena capa que se coloca por cima da bota, elas não são tão resistentes, mas ajudam bastante.


DICAS DE MANUTENÇÃO


          Depois de pilotar, retire o máximo de sujeira seca ou solta com uma escova macia;

- Não use solventes para a limpeza da bota. Com uma escova macia use sabão neutro e água morna para limpar qualquer tipo de sujeira. Utilize pouca pressão para retirar a água;

- É extremamente importante nunca utilizar máquinas de limpeza a vapor ou jato d´água para limpeza da bota. O uso destas ressecarão e endurecerão o couro externo, danificarão o couro flexível e poderão destruir a proteção espumada do interior;

- Limpe-a com um pano seco e guarde-a na posição horizontal. Isto evita que a parte superior da bota comprima a área do tornozelo;

- A fim de conservar o couro da bota é importante que ocasionalmente seja aplicado um hidratante para couro. Este tipo de produto aumentará a vida útil de sua bota, ajudando a manter a maciez e flexibilidade do couro;

- Depois do uso ou lavagem da bota, é importante que a mesma seque em local ventilado e longe da umidade. Caso seu produto tenha bota interna (Inner Bootie), esta deve sempre ser retirada e seca como descrito acima;
- Após o uso, nunca armazene sua bota ou Inner Bootie em bolsas plásticas de qualquer espécie. Esse tipo de bolsa não permite ventilação, retendo a umidade no equipamento;

- Para armazenamento durante um longo período, é imprescindível certificar-se de que o equipamento está bem seco. Se a bota for guardada úmida, em local úmido ou não ventilado, pode haver a formação de mofo. Este mofo pode danificar diversos componentes da bota e da Inner Bootie, e desta forma prejudicar sua performance e vida útil. Recomenda-se encher a bota com papel macio.


Alguns modelos



          Sistema Air Fresh O exclusivo sistema Mondeo Air Fresh, permite que através de pontos estratégicos, o ar fresco entre na bota quando você está pilotando ou caminhando, fazendo com que ele circule e mantenha os pés sempre ventilados. Mondeo Air Fresh, para viagens ou para o dia-a-dia, mais conforto ao pilotar.




BOTA ALPINESTARS S-MX 6 PRETA

          Bota de alto desempenho nas pistas com nas ruas e estradas. Anatomicamente desenvolvida com atributos inovadores da Alpinestars.

          Cada componente do modelo SMX 6 foi cuidadosamente projetado para oferecer vantagens e desempenho para mantê-lo na pista por mais tempo, isso através de inovações de proteção, melhor ergonomia e conforto, que proporciona melhor rendimento do motociclista.


TRAVAS AJUSTÁVEIS!

          Esta não é uma simples bota, esta um bota SIDI, a mesma é fabricada com biqueira de aço e protetor para o pedal de câmbio. Além disto ela possui um sistema de presilhas ajustáveis, concedendo ao piloto a oportunidade de deixar a bota do melhor modo possível para si.

          Foi desenvolvido com o mais alto padrão de tecnologia, então a cada pilotagem você pode desfrutar mais e aproveitar sem se preocupar com sua segurança ou conforto, uma vez que ambos são encontrados nesta bota!

          Solado interno possui design anatômico e ajuda a absorver parte do impacto, concedendo segurança e conforto em todas ocasiões.


BOTA OFF ROAD ALPINESTARS TECH 5 VERMELHA COM AZUL

          A Bota Alpinestars Tech 5 conta com diversos pontos de proteção junto com melhores materiais, essa é a combinação perfeita para quem procura conforto, segurança e garantia de performance entre o piloto e moto.

          Este modelo conta com a mesma coloração das botas mais desejadas da Alpinestars, a linha vermelha e azul faz parte dos pilotos oficiais da Alpinestars.



Alpinestars Web Gore-Tex Bota.

Gore-tex é uma menbrana 100% prova d'agua que permite com que o seu pé transpire ao mesmo tempo.

Bota de melhor qualidade comprada na Alemanha 




BOTA ALPINESTARS TECH 3 SUPER BRANCA

          Visual da linha premium da Alpinestars, estilo esportivo com os melhores materiais do mercado. A Tech 3 utiliza os mesmos protetores das botas Topo de Linha como a Tech 7,8 e 10.

          A Bota possui fechamento com 4 presilhas, sendo duas delas inversas para melhor reforço da fixação a perna.

          Construída com tecnologia de ponta, isso garante a máxima performance do piloto durante treinos e competições. Possui estrutura interna que se ajusta facilmente a perna, pois é feita com materiais flexíveis no tornozelo e na parte superior do cano da bota.



BOTA TEXX LINE ONE G-FORCE


A bota Texx Line One G-Force foi projetada para oferecer ao motociclista alto desempenho tanto para as pistas como para as ruas. Modelo certificado pelo CE, conta com proteções em PU e raspador em Titanium.





Bota Joe Rocket Speedmaster 3.0 Race

Redesenhada, a nova série da bota Speedmaster resultou na fusão perfeita de protecção e mobilidade ... em outras palavras, descobrimos seu ponto alto!

Armadura robusta, sem sacrificar o conforto ou a mobilidade. O 3,0 Speedmaster, a evolução de um puro-sangue de corrida verdadeiro.










Utilizando a tecnologia da S-MX 4, a S-MX 2 é um novo conceito de cano baixo, voltado para desempenho em rua. Incorporando grande parte da atual tecnologia de proteção de das demais botas. Essa bota oferece uma grande flexibilidade sem sacrifício da segurança.






Bull Terrier

          Tem a proteção pro câmbio e o cano mais alto. Já vão quase 6 anos de uso e só ano passado que fiz um conserto nela pra colar e passar costura.

          Depois comprei uma Mondeo, mas não gostei. Por fora até legal mas o tal do negócio que faz ela ficar mais alta é horrível. Eu cortei a palmilha pra ficar normal, mesmo assim ainda não acho legal viajar com ela.

          To de olho nas botas da Caterpilar, tem muitos modelos legais e parece ser bem resistente.





fonte:
www.mxpart.com
www.moto.com.br
www.rockriders.com.br
www.superbikeshop.wordpress.com

8 comentários:

  1. Procure pela marca SCHIO , possuo duas botinas para motociclistas dessa marca , são muito resistentes e confortáveis, e resistem bem a água.

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  2. Não tem de que , ai para as bandas do Sul/Sudeste deve ser mais fácil de encontrar essa marca.

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  3. Uma das melhores OFERTAS que eu já consegui Oferecer. Vejam só:
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  4. Rogério,
    Muito legal seu blog.
    Setembro/Outubro 2016, eu e um amigo, fizemos basicamente o mesmo percurso que você.
    Saímos de Brasília, entrando pela Bolívia/Corumbá.
    Fizemos a estrada da morte, salar de Uyuni, muita estada de rípio e fui ter um pequeno encidente, na saída do hotelna.cidade de.San Pedro de Atacama.
    Foi uma torção no pé esquerdo, seguido de barulho, a dor era muito grande, pensei em fratura.Resolvi ir direto até aduana Chile/Argentina e procurar atendimento lá mesmo. Tomei duas injeções na Aduana, fui orientado a procurar um hospital, para saber a real situação da lesão. Resolvi ir direto para Salta/Argentina, para pode usar o seguro viagem.
    Nunca mais contratarei um seguro viagem da Porto Seguro. Não tinha credenciados na Cidade de Salta e maior burocracia para qualquer tipo de atendimento.
    Por falta de.conhecimento, acabei usando a minha bota do dia a dia, uma Guardelá cano médio.
    Tive uma lesão ligamentar, estou tratando com fisioterapia.
    Att
    Ronaldo Medeiros

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    Respostas
    1. Que show!!! No meu caso (do tombo) levei uma injeção, ganhei uma caixa de remédios e fui informado que era só uma grande torção, segui a viagem com muitas dores e demorou para desinchar porque eu não parei para repousar rsrsrsrs

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  5. Tenho bota sbk, já caminhei dentro da água e não Molhou nada.

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  6. Para meu último passeio utilizei uma Alpinestar Gore-Tex, a impermeabilidade é excelente; porém o que me salvou foi a proteção na parte frontal da perna (canela) que absorveu e distribuiu o impacto da moto sobre a perna, evitando uma fratura.

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